Há uma afirmação que repito há anos e que continua atual: os dados são o ativo mais valioso de qualquer organização e, ao mesmo tempo, o menos protegido.
Em 2026, com o custo médio de uma fuga já acima dos 4,8 milhões de euros e com a NIS2 e o DORA a colocarem responsabilidade direta nos administradores, essa constatação deixou de ser retórica para se tornar num constrangimento orçamental e jurídico.
