Quase todos os fornecedores de segurança falam hoje sobre Zero Trust, mas são poucas as organizações que de facto o adquiriram e o implementaram. O que a maioria comprou, foi um segundo fator de autenticação com um nome mais caro.
Nunca confiar, verificar sempre.
Há uma pergunta que faço de forma recorrente às equipas de gestão de topo: se a vossa arquitetura fosse testada amanhã, o que resistiria? Durante anos, bastou estar ligado à rede da organização para se ser considerado de confiança. Essa lógica acabou com a chegada do trabalho híbrido, da cloud e com o acesso a partir de qualquer dispositivo.
